Obras de Gil Vicente, com revisão, Volumen 1

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França Amado, 1907
 

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Página 192 - Pater noster, qui es in ccelis, sanctificetur nomen tuum : adveniat regnum tuum : fiat voluntas tua sicut in ccelo, et in terra : panem nostrum quotidianum da nobis hodie; et dimitte nobis debita nostra, sicut et nos dimittimus debitoribus nostris : Et ne nos inducas in tentationem. Sed libera nos a malo. Amen.
Página xxxiii - E vimos singularmente fazer representações de estilo mui eloquente, de mui novas invenções, e feitas por Gil Vicente. Elle foi o que inventou isto cá, eo usou com mais graça e mais doutrina, posto que João del Enzina o pastoril começou.
Página 12 - Qu'está ainda por sonhar, E os patos por nascer, E o azeite por vender, E o noivo por achar, E a Mofina a bailar; Que menos podia ser? Vai-se Mofina Mendes, cantando. MOFINA MENDES. «Por mais que a dita m'engeite, «Pastores, não me deis guerra; «Que todo o humano deleite, «Como o meu pote d'azeite, «Ha de dar comsigo em terra.
Página 377 - D'ouro erão que não d'al ; Sua boca graciosa Com ar mui angelical, Hum semblante soberano, Hum olhar imperial. Nao foi tal contentamento No povo todo em geral Como ver na Rua nova Ir o seu Rei natural Com tanta graça e lindeza, Que não parece humanal.
Página 393 - A Caça dos segredos, De que ficareis mui ledos E minha dita ouciosa. Que o medrar, Se estivera em trabalhar, Ou valêra o merecer, Eu tivera que comer, E que dar e que deixar.
Página 191 - Pater noster, qui es in coelis: sanctificetur nomen tuum; adveniat regnum tuum; fiat voluntas tua sicut in coelo et in terra. Panem nostrum quotidianum da nobis hodie; et dimitte nobis debita nostra, sicut et nos dimittimus debitoribus nostris. Et ne nos inducas in tentationem; sed libera nos a malo. Amen.
Página xxiv - Desanove de Dezembro, Perto era do Natal, Na cidade de Lisboa Mui nobre e sempre leal, Foi levantado por Rei Dos reinos de Portugal O Principe Dom João, Principe angelical.
Página 53 - E leixas viver os teus. E não te corras de mi: Mas com teu poder facundo Assolves a todo o mundo, E não te lembras de ti, Nem ves que te vas ao fundo.
Página 346 - Vós estais mais aguçado Que canivete do Porto. Viva o Conde do Redondo, Que lhe furtais quanto tendes ; Mas da sua graça mendes Vos acho eu todo mondo.
Página 370 - Rei que o mundo mandou, Verás que tal se tornou ; E verei como te velas Da vida que o enganou. Vela-te, vida, na vida, Não sejas morte na morte : Guia-te per este norte De tão supita partida D'hum...

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